Chris Rodesch e Daniil Glinka
Janeiro 31, 2026

Chris Rodesch finalista pela segunda semana consecutiva (vídeo)

Tal como há uma semana, Chris Rodesch voltou a marcar lugar na final do Indoor Oeiras Open, segundo de dois ATP Challenger organizados pela Federação Portuguesa de Ténis no Complexo de Ténis do Jamor. Desta vez, o luxemburguês, que ergueu o primeiro troféu de campeão em 2026 em solo português, terá por adversário Daniil Glinka, responsável pelo afastamento de Frederico Ferreira Silva após salvar cinco match points.

Este sábado, Rodesch, 209.º do ranking no qual já figurou em 150.º, obrigou o canadiano Alexis Galarneau (214.º) a não passar da condição de semifinalista em Portugal, pois já o ano passado, fora travado nessa fase nas duas semanas que jogou em Portugal. Agora foi com duplo 6-4, depois de converter cinco de 16 breakpoints e de ter evitado cinco vezes a quebra de serviço que o luxemburguês voltou à final no Jamor, terceira em Portugal, pois já discutiu o título no M25 de Loulé, o ano passado, sem a mesma sorte.

Chris Rodesch (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Chris Rodesch (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Chris Rodesch (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Chris Rodesch (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)

“Sinto-me muito feliz, satisfeito com o meu nível. É sempre bom permanecer no mesmo local onde se ganhou, até porque fica um pouco na mente dos outros jogadores que este é o tipo que ganhou na semana anterior. Pode ser uma falsa confiança, mas tudo isto motivou-me esta semana em que, assumo, também tive alguma sorte, com as desistências do Elmer Moller e depois do Tiago Torres. Faz parte do ténis, mas também joguei bem os dois últimos encontros, por isso acho que mereço estar nesta final”, assumiu, sem pejo, o segundo finalista do Indoor Oeiras Open. “Estive a falar sobre essas situações com o meu treinador. Já passei por muito na carreira, apesar de não gostar por desistências, mas também já tive muitos azares, por isso aceitei essa sorte.”

Assumindo-se menos “emocionalmente preparado” no início da semifinal, o tenista de 24 anos sabe o que onde vai estar a chave da final: “Ele é um jogador agressivo, tira-nos tempo, fui sentir-me desconfortável, mas será decisivo quem será o primeiro a ser agressivo. Vai ser a parte mais importante e decisiva da final. Será tática e decidida nas primeiras trocas de bola”, resumiu.

Vídeo: Rui Miguel Correia/FPT