Frederico Ferreira Silva (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Janeiro 31, 2026

Frederico Silva desperdiça cinco ‘match-points’ e falha final do Indoor Oeiras Open II

Frederico Ferreira Silva esteve, por cinco ocasiões, a um ponto de carimbar a primeira final do ATP Challenger Tour em solo caseiro, mas acabou derrotado na meia-final de esquerdinos com Daniil Glinka, o estónio, 200.º do ranking, que aguarda agora pelo vencedor do embate entre o luxemburguês Chris Rodesch e o canadiano Alexis Galarneau para saber com quem vai discutir o título do Indoor Oeiras Open II que a Federação Portuguesa de Ténis está a organizar no Complexo de Ténis do Jamor.

Frederico Ferreira Silva (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Daniil Glinka (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Frederico Ferreira Silva (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Daniil Glinka (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Frederico Ferreira Silva (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Daniil Glinka (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Frederico Ferreira Silva (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)

O caldense, 265.º da hierarquia ATP, ganhou o primeiro set e no seguinte fez acreditar que uma presença portuguesa na final deste ATP Challenger 75 era possível. Deteve cinco match points, dois no próprio serviço e outros três no do estónio, no segundo parcial que viria a ceder. No set decisivo, Glinka ganhou fôlego e despediu Frederico Ferreira Silva com os parciais de 6-4, 5-7 e 4-6.

A partida teve a duração de 2.24 horas, com o caldense a ser superior no segundo serviço, a salvar três dos nove pontos de break enfrentados e liderar o marcador com 6-4 e 5-3. Ambos os esquerdinos registaram 21 winners Daniil Glinka revelou-se mais perdulário nos erros diretos (47) face ao caldense (41). Frederico Ferreira Silva, que procurava a quinta final deste escalão, vai assim continuar em busca do primeiro troféu de campeão ATP Challenger.

“Faltou-me um ou outro serviço melhor. Nessa altura, em que estava por cima do jogo, senti que o meu adversário já estava com dificuldade em arranjar soluções para a forma como estava a jogar ao fundo do campo, mas não consegui colocar uns primeiros serviços e acabou por ajudar a que se soltasse, jogasse com agressividade muito alta sem que eu conseguisse pegar no ponto como fizera até ali”, analisou Frederico Ferreira Silva. “Obviamente custa bastante. Sinto que abordei os pontos da forma como devia ter abordado. Tenho de dar mérito à forma como jogou aqueles pontos, pois não é fácil estar matchpoints abaixo e colocar todas as aquelas bolas”, acrescentou o caldense que ruma agora à Asia, a fim de jogar challengers na Índia e Emirados Árabes. “Tiro coisas positivas deste torneio”, rematou.