Alina Korneeva (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Fevereiro 15, 2026

Quinto título de Alina Korneeva em Portugal (vídeo)

Portugal tem sido talismã na carreira da russa Alina Korneeva e, este domingo, na final do Women’s Indoor Oeiras Open, a jovem de 18 anos viu reforçada essa crença, conquistando o quinto troféu da carreira em solo nacional, mas o primeiro do escalão W125, num torneio para o qual recebeu um wild card da Federação Portuguesa de Ténis, promotora do evento que, na próxima semana, volta a trazer as melhores aos courts cobertos do Complexo de Ténis do Jamor.

A benzer-se e a agradecer a Deus, a jogadora treinada pela espanhola Anabel Medina Garrigues, campeã do Estoril Open em 2011 e antiga n.º 16 do ranking, superou na final a checa Darja Vidmanova, 137.º mundial, com os parciais de 7-5 e 6-1, ao fim de 81 minutos.

Alina Korneeva e Anabel Medina Garrigues (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Darja Vidmanova e Nuno Catarino, da Una Seguros (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
 Alina Korneeva e João Paulo Santos, presidente da FPT (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Alina Korneeva (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Alina Korneeva e Darja Vidmanova Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Alina Korneeva e Darja Vidmanova (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)
Alina Korneeva e Anabel Medina Garrigues (Foto: Beatriz Ruivo/FPT)

Campeã no W100 da Figueira da Foz em 2023, onde voltou a discutir o título o ano passado mas sem o mesmo sucesso, do W100 das Caldas da Rainha (2024) e dos W50 de Évora e Leiria (2025), Alina Korneeva, treinada na Academia de Rafael Nadal, em Maiorca, leva 41 partidas ganhar em Portugal. Com seis pontos de break convertidos em 12 criados, a russa viu por duas vezes o serviço quebrado, ao mesmo tempo que assistiu à recuperação da checa que esteve em desvantagem (1-5) no set inaugural, antes de disparar winners para evitar os oito pontos de break enfrentados.

A seguir a máxima aprendida com o pai, antigo voleibolista medalhado olímpico de bronze nos Jogos de Pequim-2008, de sofrer sempre um pouco mais, a ex-número um mundial júnior nunca se deu por vencida até celebrar o match point que a vai catapultar para um lugar perto do 128.º posto que é a melhor classificação da ainda curta mas promissora carreira.

Vídeo: Rui Miguel Correia/FPT